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A emboscada dos paradigmas deterministas nas políticas curriculares: a Eugenia ‘americana’ e a transformação dos concursos de ‘better babies’ em competições para ‘fitter families’ nos anos 20Steven SeldenResumoNeste artigo, analisa-se o uso de interpretações deterministas na genética enquadradas no discurso da política social, uma realidade que não se prende exclusivamente aos inícios do século XIX. O autor analisa exaustivamente como o movimento eugénico nos Estados Unidos da América foi profundamente importante na promoção de um quadro social profundamente segregado que se continua a perpetuar nos dias de hoje. Apoiantes do movimento recorreram a metáforas da biologia para moldar políticas sociais no que diz respeito à restrição da imigração, à segregação dos 'inaptos' da sociedade e para os programas de controlo da reprodução humana. O autor propõe o derrubar de uma interpretação redutora da genética, no qual a escolarização tem um papel determinante.
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