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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Subjetividades Nômadeafetivas: currículos em espaçostempos de uma grupalidade

Maria Riziane Costa Prates

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Resumo

O texto trata de encontros com professores e crianças em um Centro Municipal de Educação Infantil do município de Serra – ES. Objetiva narrar experimentações a partir de aulas diferenciais em tessituras curriculares na escola, pelas mudanças de paisagens, cenários, espaçostempos de aprendizagens, na produção de subjetividades nômadeafetivas, que fogem da servidão maquínica e dos dispositivos de sujeição social, por uma vida mais bonita, em composições de uma grupalidade, como espaço potente de afetos calcados no jogo entre as singularidades e o comum. Compõe com as intercessões teórico-metodológicas de Deleuze, Guattari, Lazzarato e outros; pela experiência, pelos gestos, pelo estilo e pelo deslize surfista em uma grupalidade em devir. Interessa, assim, problematizar os modos de produção curricular na educação infantil, por meio da diferença que compõe uma força de vida que corresponda a uma política que rompe com condições estabelecidas de currículos, por uma produção de aulas nômades na invenção de subjetividades latentes como prática e preocupação de alteridade e diferença. Aposta na grupalidade, como alternativa de tecer territórios diferenciais na educação infantil.

 

 

 
 
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